Sábado, 8 de Janeiro de 2011

Cirrose

publicado por CH às 22:02
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Sábado, 9 de Outubro de 2010

Cirrose Hepática

 

 

                                                                                  Cirrose Hepática

 

 

"...O tamanho do fígado depende do grau de cirrose: nos casos mais avançados, a tendência é a redução e atrofia do órgão..."

 

"...Uma vez que a fibrose hepática constitui a base fisiopatogênica das complicações da cirrose hepática, ... tentar retardar e, até mesmo revertê-la...., temos a colchicina....somente a colchicina tem demonstrado alguma utilidade terapêutica, notadamente na cirrose hepática..."

publicado por CH às 19:34
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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

Encefalopatia hepática

 

 

Rifaximina no Tratamento da Encefalopatia Hepática

publicado por CH às 22:01
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Sexta-feira, 16 de Julho de 2010

Doenças do Fígado

 

 

Doenças do fígado

 

 

 

publicado por CH às 21:53
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Sábado, 19 de Junho de 2010

Cientistas criam fígado artificial

"Rodrigo Craveiro Publicação:

16/06/2010 08:28

 

Milhões de brasileiros convivem com doenças do fígado, como a hepatite C e a cirrose. Nesse complexo órgão, ocorre a maior parte das reações metabólicas do organismo e a purificação do sangue. A falência hepática significa quase uma sentença de morte.

 

É muito difícil encontrar doadores compatíveis para um transplante bem-sucedido.

 

Graças à engenharia de tecidos e à ousadia de um cientista turco, esses pacientes começam a vislumbrar uma esperança de cura. Korkut Uygun, do Centro de Engenharia Médica do Hospital Geral de Massachusetts, ajudou a criar em laboratório pelo menos 20 fígados que se mostraram funcionais.

 

Cinco deles foram implantados em camundongos. A ideia de produzir fígados artificiais foi inspirada pela fabricação de um coração pulsante sintético — a façanha da médica norte-americana Doris Taylor, da Universidade de Minnesota, foi publicada dois anos atrás pela revista científica Nature Medicine. “Não achávamos que fosse funcionar para o fígado. Ao contrário desse órgão, o coração tem uma matriz extracelular muito fina”, explica Korkut, em entrevista ao Correio, por e-mail. O que ele e seus colegas fizeram foi usar um detergente especial para lavar o fígado cujas células são inviáveis.

 

O resultado da lavagem é uma carapuça (matriz) descelularizada, dotada de microarquitetura e de vasos sanguíneos. “Usamos esses vasos para repovoar a matriz com células hepáticas”, afirma Korkut.

Em um estudo secundário, Korkut obteve um grande número de células de alta qualidade, a partir de fígados danificados. “Para nossa surpresa, depois da retirada das células, a matriz reteve o formato e o comportamento do fígado”, acrescenta. O cientista de Massachusetts lembra que milhares de pacientes morrem a cada ano. Em alguns casos, nem mesmo o transplante é solução de cura. Isso porque o fígado ficou bastante danificado, após não ter sido abastecido com oxigênio e sangue por muito tempo. “A ideia é usar esses órgãos danificados apenas para criar um enxerto transplantado.

 

Após a lavagem da matriz e o repovoamento com células, mantemos o fígado no laboratório, por alguns dias, para que elas possam se reconectar e restabelecer suas funções”, comenta o coautor do estudo divulgado também pela Nature Medicine.

 

 

O processo

 

 

A pesquisa teve duas fases. A primeira etapa foi manter os fígados recelularizados em biorreatores, o que permite uma avaliação sobre como eles realizam certas funções específicas. “Por exemplo, vemos como o órgão produz albumina, uma proteína necessária para manter a pressão osmótica no sangue. Também medimos a produção de enzimas responsáveis pela eliminação de toxinas do sangue”, relata Korkut.

 

De acordo com ele, os resultados comprovaram que o fígado recelularizado preservou a maior parte das especializações do fígado natural, ainda que não tão perfeitamente. “Testamos mais de 20 fígados recelularizados. Cinco deles foram transplantados em camundongos. Para analisar se o novo órgão permaneceria intacto, nós o mantivemos por apenas oito horas. Tudo funcionou bem”, comemora.

 

 

 O estudo pode abrir brecha para que, um dia, os médicos usem as células do paciente para fabricar um novo fígado, a partir do próprio órgão danificado. “Se formos bem-sucedidos, poderíamos usar essa técnica para tratar da falência hepática”, diz o turco, que vê na engenharia de tecidos uma excelente solução para um grande número de problemas da medicina. Ele reconhece, porém, que repetir o trabalho da natureza é um desafio “bastante complexo”. “Pesquisas intensas têm sido feitas há décadas, mas com poucos sucessos. Se formos realmente sortudos, poderemos fazer com que isso funcione em 10 anos”, garante. Ainda assim, Korkut prefere a cautela e faz uma recomendação à população em geral. “Eu não começaria a beber de forma contumaz, apostando que em 10 anos haverá um novo fígado à minha espera”, ironiza."

 

in Correio Braziliense

publicado por CH às 21:16
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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

O que é a cirrose hepática?

 

"A cirrose hepática é uma condição ocasionada por certas doenças crônicas do fígado que provocam a formação de tecido cicatrizal e dano permanente ao fígado. O tecido cicatrizal que se forma na cirrose hepática dana a estrutura do fígado, bloqueando o fluxo de sangue através do órgão. A perda do tecido hepático normal diminuie a capacidade que tem o fígado de processar nutrientes, hormônios, fármacos e toxinas. Também diminuie a capacidade do fígado para produzir proteínas e outras substâncias...."

in O mundo virtual da patalogia

publicado por CH às 20:59
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Sábado, 17 de Abril de 2010

O chocolate amargo

 

"O chocolate amargo, rico em cacau, poderá no futuro ser prescrito às pessoas com cirrose hepática, seguindo a mais recente pesquisa para demonstrar os possíveis benefícios do chocolate à saúde. Pesquisadores espanhóis disseram na quinta-feira que comer chocolate amargo combateu o habitual aumento da pressão arterial no abdome, capaz de atingir níveis perigosos em pacientes com cirrose e, em diversos casos, levar ao rompimento de vasos sanguíneos.

Acredita-se que antioxidantes encontrados no cacau sejam o motivo pelo qual o chocolate é bom para a pressão arterial porque essas substâncias químicas ajudam a relaxar e a aumentar as células do músculo liso dos vasos sanguíneos.

Um estudo com 21 pacientes com doença hepática terminal verificou que os que recebiam uma refeição contendo chocolate amargo com 85% de cacau apresentavam marcadamente menor pressão arterial no fígado - a chamada hipertensão portal - em relação aos os que recebiam chocolate branco.

"Esse estudo mostra uma associação clara entre comer chocolate amargo e hipertensão portal (menor) e demonstra a importância potencial de melhorias no controle de pacientes cirróticos", disse Mark Thursz, professor de hepatologia no Imperial College, de Londres.

Os resultados foram apresentados no encontro anual da Associação Europeia para o Estudo do Fígado em Viena e seguem-se a uma série de estudos científicos sugerindo que o chocolate amargo também promove a saúde do coração.

Cirrose é a cicatrização do fígado resultante de uma lesão no longo prazo. Ela é causada por diversos fatores, incluindo hepatite e abuso de álcool."

 

in Terra

 


 

"Doctors may now prescribe dark chocolate to liver cirrhosis patients.

According a Spanish study, eating dark chocolate helps to prevent the rise in abdominal blood pressure following a meal, Reuters reports. This rise in blood pressure can be dangerous for liver patients and can eventually lead to blood vessel rupture.

In an individual with cirrhosis, scar tissue replaces healthy tissue in the liver, preventing the liver from performing its usual functions. Because of this, the liver may stop producing enough blood-clotting factors, bile and poison can build up and high blood pressure can lead to severe bleeding in the digestive tract.

Chocolate can help those with cirrhosis because of its antioxidants called flavanols, according to the study. These flavanols help to smooth the muscles cells of blood vessels, allowing them to relax and widen and helping to stabilize blood pressure.

For this study, researchers examined 21 patients with end-stage liver disease for whom they provided a meal containing 85 percent-cocoa dark chocolate. These participants had a smaller rise in blood pressure in the liver, or portal hypertension, than those given white chocolate.

"This study shows a clear association between eating dark chocolate and [lower] portal hypertension and demonstrates the potential importance of improvements in the management of cirrhotic patients," Mark Thursz, a professor of hepatology at London's Imperial College told Reuters.

The results of this study were presented at the annual meeting of the European Association for the Study of the Liver in Vienna."

 

in Aol Health

publicado por CH às 14:06
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

Cirrose

 

 

Cirrose Hepática

 

Cirrose Hepática 2

publicado por CH às 21:08
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

Dieta na Cirrose

 

 

"...Pães de trigo integral, brócolos cozidos, ervilhas cozidas, bem como frutas como banana e laranja fornecem adequada ingestão de fibra e precisam ser incluídos na dieta de cirrose hepática...."

 

"...Alimentos como peixe, frango sem pele (carne magra), não são só  baixos em gorduras mas ricos em proteínas. A ingestão de óleo de peixe também é benéfica para prevenir danos ao fígado. Um pode consumir óleo de peixe por comer peixe ou tomar suplementos. Óleo de peixe é rico em omega 3 ácidos gordos essenciais, Que podem ajudar a parar a progressão da cirrose hepática. No entanto, comer peixe cru, peixe, especialmente a casca não é recomendado, pois ele contém um tipo específico de bactéria que pode provocar uma infecção grave...."

 

in Bops

 

publicado por CH às 19:48
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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Estágios da cirrose

 

 

"...Cirrose Estágios: Inicial


Este é o estágio inicial em que o dano tecidual no fígado começou gradualmente. Os sintomas são fraqueza, náuseas, perda de apetite, fadiga, Perda de peso, aumento e sensibilidade do abdômen superior direito, aumento da coceira no corpo todo. Pacientes que exibem esses sintomas não devem ignorá-los, eles devem ser submetidos a uma biópsia.

 

Etapas da Cirrose: Secundário


Esta é a fase de fibrose, em que os tecidos danificados forma excesso de tecidos conjuntivos. Nesta fase, a infecção se espalha para outras áreas do fígado. Esta é a fase em que a icterícia pode ocorrer como acúmulo de pigmentos biliares.

 

Etapas da Cirrose: Terciário

 

Nesta fase, o fígado tem alcançado um estágio de disfunção parcial. É o alargamento das zonas afetadas pela fibrose. Os pacientes neste estágio pode obter cálculos como não há bastante suco biliar esquerdo no fígado. Como o fígado não está funcionando, há uma acumulação de toxinas, que podem levar a transtornos mentais.

 

Etapas da Cirrose: Final


Esta é a fase final que se caracteriza por retenção de líquidos. Câncer de fígado podem ser formadas nessa fase, ela também pode causar danos nos pulmões e insuficiência renal. Tudo isso leva a total falência do fígado...."

 

 

 

 

"...Cirrose Tratamento


O tratamento pode variar de acordo com as fases da cirrose. No álcool, há uma necessidade de total abstinência de álcool. Considerando que a doença relacionada com a droga da hepatite pode ajudar a curar o vírus. Na hemocromatose, o tratamento envolve a remoção do excesso de ferro. Não existe cura definitiva para a cirrose, mas o tratamento pode diminuir a degradação do fígado. Se a cirrose é detectada e está no último estágio, transplante de fígado é a última opção.

 

A cirrose tem expectativa de vida não mais de dez anos. De acordo com um estudo, apenas 30 por cento das pessoas sobrevivem por cinco anos após o diagnóstico e tratamento adequado de cirrose. Embora a cirrose é uma doença mortal que não tem cura definitiva, ela pode ser prevenida, seguindo um bom estilo de vida saudável e, sobretudo, pela abstinência de álcool. Cuide-se!

 

in Bops

publicado por CH às 21:00
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Sábado, 23 de Janeiro de 2010

Cirrose

 

 

Cirrose hepática - Bem-Estar - Gostei!

 

 

"A cirrose hepática é o resultado final de anos de agressões ao fígado, sendo caracterizada pela substituição do tecido hepático normal por nódulos e tecido fibroso. No fundo, nada mais é do que a cicatrização do fígado. Onde deveria haver tecido funcionante, há apenas fibrose (cicatriz).


Como era de se esperar, quanto mais extensa for a cirrose, menor é o número de células saudáveis e maior é o grau de insuficiência hepática. Em última análise, a cirrose é um estado de falência do fígado, um órgão nobre sem o qual não conseguimos sobreviver.


Várias doenças podem levar a cirrose. Entre as mais comuns podemos citar:


a) Cirrose alcoólica


É uma causa prevínivel de cirrose. O consumo diário e prolongado de álcool pode levar ao desenvolvimento de lesões hepáticas. Por mais que algumas pessoas achem pouco, 720 ml de cerveja ou 300 ml de vinho consumidos diariamente já são considerados fatores de risco para doenças do fígado, principalmente em mulheres.


O consumo regular de álcool leva a esteatose hepática (fígado gorduroso), que pode evoluir para hepatite alcoólica, e por fim, para cirrose e falência hepática.


b) Hepatites virais


As hepatites virais crónicas, principalmente B e C, são causas comuns de lesão do fígado, podendo levar a cirrose após anos de doença ativa. Muitas vezes o paciente sequer desconfia ser portador de um dos vírus, só descobrindo muitos anos depois quando os sintomas da cirrose começam a se manifestar.


c) Hepatite auto-imune


É uma doença auto-imune, onde o nosso organismo começa inapropriadamente a produzir anticorpos contra o próprio fígado, como se este fosse um ser invasor, um corpo estranho que não nos pertence.



d) Esteatose hepática não alcoólica


Não só o consumo regular de álcool, mas outros fatores também podem levar a um fígado gorduroso. A esteatose hepática pode evoluir para hepatite e posteriormente cirrose. As principais causas são obesidade, diabetes, uso crónico de corticóides e desnutrição

e) Cirrose biliar primária


Também um doença de origem auto-imune onde há destruição das vias biliares e consequentemente do fígado.



f) Outras doenças

·        Hemocromatose

·        Doença de Wilson

·        Deficiência de alfa 1 anti-tripsina

·        Fibrose cística

·        Colangite esclerosante primária

·        Hepatite por drogas

 

Sintomas da Cirrose

Para um melhor entendimento, podemos dividir os sintomas da cirrose entre aqueles causados pela insuficiência hepática, e aqueles causados pela hipertensão portal.

Todo o sangue vindo das veias do trato digestivo (estômago, intestinos, pâncreas...) e do baço, drenam em direção a uma única grande veia que desemboca no fígado. Essa é chamada de sistema porta ou veia porta.


A existência do sistema porta garante que todas as substâncias absorvidas pelo trato gastrointestinal, passem primeiro pelo fígado antes de caírem na circulação sistêmica.

 

O paciente cirrótico possuiu um fígado cheio de fibrose (cicatriz), o que em fases avançadas obstrui a chegada de sangue ao fígado. Quanto mais extensa for a cirrose, maior é a obstrução ao sangue que chega pela veia porta.

 

Quando o sangue vindo dos órgãos abdominais encontra uma obstrução ao seu fluxo, a pressão na veia porta aumenta. Começa então um processo chamado de hipertensão porta.

 

O sangue quando encontra uma obstrução, não fica parado esperando a mesma acabar. Ele precisa voltar para o coração de alguma maneira, e se à frente há uma obstrução, o único caminho é voltar por outras veias.

A veia porta é bem calibrosa, e suporta grandes fluxos de sangue. O mesmo não acontece com as veias do resto do sistema digestivo. Quando o sangue que deveria ser drenado pela veia porta, começa a retornar em grande quantidade por veias colaterais, surgem as varizes.


As veias abdominais que são finas e recebem um fluxo baixo de sangue, agora são obrigadas a drenar todo o sangue que deveria chegar ao fígado pela veia porta.

Essas veias dilatadas ocorrem também nos órgãos, principalmente no estômago, intestino e esófago. Pode-se agora entender porque um dos sinais da cirrose é a presença de varizes de esófago, estômago e intestino.


Pronto. Entendido a parte de cima, já podemos explicar os sintomas da cirrose causados pela hipertensão porta.


a) Anemia, plaquetopenia (plaquetas baixas) e leucopenia (leucócitos baixos)


O baço tem como uma de suas funções eliminar as células do sangue que já estão velhas. Cada vez que o sangue passa pelo baço, milhares de células são removidas para que haja espaço para a chegada de novas hemácias, plaquetas e leucócitos recém-produzidos. Na hipertensão portal, o sangue que deveria sair do baço para o fígado, fica congestionado e permanece mais tempo dentro do mesmo.


Como o sangue fica represado dentro do baço, este acaba por eliminar mais células do que seria necessário. Este fenómeno é chamado de hiperesplenismo (espleno = baço), que significa a sua função exagerada.


Anemia e plaquetopenia são muito comuns na cirrose.


b) Esplenomegalia


O aumento da pressão de sangue dentro do baço leva-o a aumentar de tamanho, ficando facilmente palpável ao exame físico. Chamamos este aumento de esplenomegalia. Muitas vezes a suspeita de cirrose surge quando ao exame físico detectamos um baço aumentado de tamanho.



C) Hemorragia digestiva


A presença de varizes, no estômago e principalmente no esófago são um fator de risco para hemorragias. Esses vasos não estão preparados par receber tamanho fluxo e pressão sanguínea, podendo romper-se espontaneamente.


As hemorragias digestivas das varizes de esófago costumam ser dramáticas, com perdas maciças de sangue através de vómitos. O paciente vomita sangue vivo em grandes quantidades.


d) Ascite


Acumulo de água dentro da cavidade abdominal. É causado pela hipertensão portal e pela falta de albumina no sangue (explico à frente) constituindo-se em um dos sinais mais comuns da cirrose. Pode haver acúmulos de mais de 10 litros de líquido ascítico dentro da cavidade peritonial.


Uma das complicações da ascite é a peritonite, causada quando este líquido dentro da barriga infecciona. Também é um caso grave que se não for identificado e tratado a tempo pode evoluir com sepse).


Além do abdómen, pode haver acúmulo de líquidos nas pernas e no pulmão.


Os sinais e sintomas causados pela hipertensão portal costumam ser os responsáveis pelas emergências médicas nos pacientes cirróticos, principalmente a hemorragia digestiva e a peritonite.


Além da hipertensão portal, o doente com cirrose também apresenta sintomas pela falência de funcionamento do fígado em si.


e) Encefalopatia hepática


O fígado é o órgão responsável pela metabolização de inúmeras substâncias tóxicas. Quando este para de funcionar, o acúmulo de toxinas leva a alterações no sistema nervoso, que variam desde pequenas alterações mentais, até sonolência, desorientação, coma e morte.

 

f) Icterícia


O fígado insuficiente não consegue eliminar os sais biliares que passam então a acumular na corrente sanguínea. O tom amarelado da pele e dos olhos dos pacientes com doença do fígado ocorre pela deposição da bilirrubina nos mesmos.

 

O excesso de bilirrubina no sangue é filtrado pelos rins, deixando a urina escura, em tom de mate ou Coca-Cola.


A cor escura das fezes se dá pela presença de bilirrubina. Como não drenagem da mesma para os intestinos, as fazes começam a sair brancas. Portanto, urina escura e fezes claras são sinais de doença hepática.


g) Falta de proteínas.


O fígado é responsável pela produção de várias proteínas, entre elas a albumina. A falta de albumina causa edemas e ascite, além da desnutrição destes pacientes.


Outra proteína produzida no fígado é a vitamina K, relacionada a coagulação do sangue. Doentes com cirrose avançada apresentam distúrbios da coagulação que podem ser quantificadas por exames de sangue como TAP e INR.

 
É bom lembrar que as plaquetas, que também participam da cascata de coagulação, podem estar diminuídas pelo hiperesplenismo.


Imaginem então a gravidade do quadro de um doente com problemas de coagulação, com plaquetas baixas e com suas varizes de esófago sempre na iminência de se romperem. O paciente cirrótico quando sangra, o faz para valer, porque junta grandes quantidades de sangue associado a uma incapacidade de coagulá-lo para estancar a hemorragia.

h) Ginecomastia


O mau funcionamento do fígado também altera o balanço dos hormónios sexuais. O aumento do estrogénio leva ao aparecimento de mamas e perda de pêlos corporais nos pacientes masculinos.


i) Outros sintomas


Ainda existem vários outros sinais e sintomas relacionados a cirrose. Entre eles

- Cãibras



- Síndrome hepato-renal. É uma insuficiência renal aguda que ocorre na cirrose avançada e geralmente indica um caso terminal. O paciente que desenvolve síndrome hepato-renal tem uma sobrevida muito curta e o único tratamento é o transplante hepático.

- Eritema palmar: Palmas das mãos avermelhadas


- Baqueteamento digital: Unhas mais anguladas, dando o aspecto de baquetas aos dedos.

A cirrose em fases iniciais pode ser assintomática. Nas fases finais, a maioria dos sinais e sintomas descritos acima estão presentes.


A gravidade da cirrose é normalmente descrita pela escala de Child-Pugh, baseada em parâmetros clínicos e laboratoriais.


De acordo com esses resultados, os pacientes são classificados em 3 classes: A,B e C, sendo esta última a mais grave com mortalidade em 2 anos acima de 60%.


Existe também a classificação MELD, baseada na gravidade das análises de sangue.

Tanto o Child quanto o MELD são modos de se padronizar a gravidade da cirrose, servindo também como base para a lista de transplante hepático, que é até o momento o único tratamento efetivo para a cirrose."

in Abril.com

 

publicado por CH às 19:29
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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Doença degenerativa do fígado

 

"...Para o fígado para continuar a exercer as funções essenciais, mesmo quando danificados, um consumo saudável de vitaminas, minerais e oligoelementos essenciais a partir de fontes alimentares, como frutas e vegetais é importante. No entanto, poucas pessoas podem sempre incluir bastante frutas e vegetais em sua dieta diária para protegê-los de condições degenerativas, especialmente as relacionadas com doenças relacionadas à idade; agentes tóxicos, substâncias cancerígenas; inflamatórios; danos dos radicais livres, ea supressão imunológica. Como adjuvante na manutenção de uma dieta saudável, os suplementos podem:

 

1. Manter o funcionamento metabólico saudável
2. Neutralizar os danos dos radicais livres
3. Aumentar os níveis de glutationa, antioxidante natural do fígado
4. Desintoxicar o fígado

 

Suplementos que mantêm Metabolic Saúde


Vitaminas do complexo B. O complexo de vitamina B é um grupo de vitaminas (B1, tiamina, B2, riboflavina, B3, niacina, B5, ácido pantotênico, B6, piridoxina e vitamina B12, cianocobalamina), que diferem entre si em estrutura e os efeitos que têm sobre o corpo humano. As vitaminas do complexo B desempenham um papel vital em numerosas actividades essenciais, incluindo atividades de enzima (tiamina, riboflavina, niacina, ácido pantotênico, piridoxina). Estas actividades enzima também tem muitas funções e estão envolvidas no metabolismo de carboidratos e gorduras; funcionamento dos sistemas nervoso e digestivo; e produção de glóbulos vermelhos. As vitaminas B têm um efeito sinérgico entre si (AMA 1989). Eles são encontrados em grandes quantidades no fígado humano, bem como em muitos alimentos e fermento.

 

O ácido fólico. O ácido fólico é um membro importante do complexo B-família, importante para a redução dos níveis nocivos de homocisteína, um contendo enxofre de aminoácidos, conhecido por ser um culpado principal na doença cardíaca. O fígado usa o ácido fólico para facilitar padrões de metilação saudáveis que são componentes essenciais de desintoxicação enzimática. Diminuição do folato (ácido fólico) também está associada com níveis aumentados de lipoperoxidases, isto é, um indicador do aumento do estresse oxidativo. Portanto, o ácido fólico é potencialmente benéfica se houver dano oxidativo em curso (Chern et al. 2001)...."

 

in lefextesion

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publicado por CH às 21:14
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Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

Cirrose

 

"... "Ascites". The fluid is building up in the abdominal area because the liver is no longer to efficiently make a protein, known as Albumin.This protein is what holds the fluids inside our vessels. When the Albumin goes low in the body, this fluid then leaks out and collects in this areaThere is a procedure that the doctors do is known as a paracentesis...they remove the fluid slowly and have to watch to be sure that his blood pressure stays in normal range during this time period. If they take alot of fluid from him, they may give him some albumin to keep it from building up again fast in his system. However, it will continue to reoccur..since this protein is removed from the body in a short time period and the liver still isn't able to make more.

Cirrhosis is death of the liver cells and then scar tissue forms inside the liver that blocks the flow of blood through the liver on its way back to the heart and also blocks the flow of blood to the other liver cells and they die off, also. ..."

 

"... Patient who have cirrhosis bleed and bruise very easily because the liver isn't able to make the factors needed, now, to help the blood to clot. Also, cirrhosis stops the blood from going into the liver and it backs up into smaller vessels known as Varies. These vessels are not used to the pressure from this amount of blood they are to handle now. They can have weak spots that can balloon outward and break open and bleed....now you see, why it is an emergency...he could bleed out or bleed internally. The doctor can stop this bleeding by banding the varies. Only the doctor knows for sure how far advanced he is in this disease...he can tell by looking directly at the tissues of the liver by a liver biopsy. He can give you an educated guess of how he is doing.


Your dad should have an advance directive or power of attorney set up now...so someone in the family can talk directly to his doctors and the doctors won't hold things back from them. This is also important if he goes into surgery or is under the influence of strong medication...he will need someone who can speak for him and make decisions on his behalf.
Those who have cirrhosis of the liver, will develop Encephalopathy. This can be mistaken for being drunk, but it is really toxins, ammonia, going pass the blood brain barrier and into the brain which will cause confusion, disorientation, sleep pattern changes, tremors, personality changes, etc. The liver normally takes ammonia can changes it into urea for the body to dispose of it in the urine...but now it is staying in the blood. It is important that this be treated with a drug known as Lactulose or something similar, since this can lead to a patient going into a coma if it is not.

People who have this disease, should have someone to go along with them in all his appointments, to write down any instructions the doctor may say and ask questions and help to fill the doctor in on what may be happening to the patient. ..."

 

in yahoo


 

publicado por CH às 21:29
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Sábado, 19 de Dezembro de 2009

Patologia hepática - I parte

 

 

publicado por CH às 21:34
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Endoscopias

 

 

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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Cirrhosis Support Group

A community of patients, family members and friends dedicated to dealing with Cirrhosis, together.

 

publicado por CH às 21:22
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Endoscopias em doentes especiais

 

"Os exames endoscópicos em sua maioria são procedimentos seguros, com baixos índices de complicações serias ( 0,02-0,1%), sendo em sua maioria decorrentes de problemas cardiorrespiratórios, tendo as arritimias como os mais importantes.
A maioria das complicações ocorrem em pacientes com doenças cardíacas, pulmonares, pacientes idosos ou com pré-disposição a queda na saturação de oxigênio.
O local e avaliação prévia do paciente podem minimizar muito o risco de uma intercorrência séria. Realizar o exame em ambiente hospitalar pode ser mais prudente para pacientes acima de 70 anos , ou aqueles que são portadores de doenças cardíacas, pulmonares crônicas ou mesmo insuficiência renal ou hepática.
A avaliação do médico antes do exame é interessante para obtermos informações clinicas e de exame físico que podem colaborar caso haja algum problema durante o procedimento, tais como, avaliar a via aérea e saber se o paciente poderá ser facilmente ventilado caso necessário, saber se o paciente tem apnéia do sono ( o que não impede o exame, apenas deixa a equipe em alerta para enventuais necessidades extras).
Exames laboratoriais para pacientes de risco como os já citados é importante para somar informações aos dados colhidos.

Durante o exame com sedação consciente, ou seja, sob leve sedação que causa apenas uma diminuição da ansiedade, fazendo que o paciente relaxe podendo até dormir, entretanto respondendo a estímulos verbais e/ou táteis, deve-se manter uma monitorização contínua com oximetro de pulso e aferição da pressão arterial a cada 5 minutos ( recomendado pela Sociedade Americana de gastroenterologia). O uso de suplementação de oxigênio por meio de cateter é recomendado...."

 

 

"...Escolha do sedativo e do analgésico..."

 

 

"...Pacientes com insuficiência hepática


A parte mais importante é o preparo desses pacientes e o conhecimento do grau de insufiencia hepática.
Na avaliação pré exame, devemos atentar para o nível de reserva hepática do paciente, corrigir possíveis distúrbios hidroeletroliticos, infecciosos, anemia importante, disfunções renais e principalmente distúrbios de coagulação.
O esvaziamento gástrico desses pacientes pode ser mais demorado devido ao edema das paredes gástricas ou memso pela ascite volumosa, portanto o período de jejum pode ser superior a rotina.
A monitorização deve ser a mesma de pacientes cardiopata e se possível a adição da capnografia. Em procedimentos prolongados é prudente monitorizar a temperatura do paciente, já que são mais suceptíveis a hipotermia.
Quanto a sedação a xylocaina spray por ter metabolização hepática deve ter sua dose reduzida. O midazolan tem sua meia vida te 4 vezes maior devendo também ter sua dose diminuída. O propofol também apresentará sua meia vida aumentada.
Nehuma droga utilizada habitualmente em procedimentos endoscópicos causam alteração significativa da função hepática. A sedação pode agravar a encefalopatia em pacientes com cirrose. É necessário períodos maiores de observação pelo aumento do período de permanência das drogas no organismo dos pacientes com esse quadro...."

 

 

in Safdiagnosticos's Blog

 

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Sábado, 5 de Dezembro de 2009

O QUE SIGNIFICA AST (TGO) E ALT (TGP)?

 

"A dosagem da AST e ALT, conhecidas antigamente como TGO e TGP, são ferramentas essenciais para o diagnóstico das doenças do fígado. Neste texto vamos explicar o que significa cada elemento do chamado hepatograma...."
 


"...1- Transaminases (ALT e AST) ou ( TGO e TGP)

As transaminases ou aminotransferases, são enzimas presentes dentro das células do nosso organismo, sendo responsáveis pela metabolização das proteínas. As duas principais aminotransferases são a AST (aspartato aminotransferase) e ALT (alanina aminotransferase)...."

 

 

"...Toda vez que uma célula que contenha AST ou ALT sofre uma lesão, essas enzimas "vazam" para o sangue, aumentando a sua concentração sanguínea. Portanto, é fácil entender porque doenças do fígado, que causam lesão dos hepatócitos, cursam com níveis sanguíneos elevados de AST (TGO) e ALT (TGP)...."

 

 

in MDSaúde

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publicado por CH às 14:25
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Sábado, 31 de Outubro de 2009

Encefalopatia Hepática

 

 

 

O que é a encefalopatia hepática?

 

publicado por CH às 19:03
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Sábado, 24 de Outubro de 2009

Cirrose Hepática

 

 

 

"...rearranjo da arquitetura dos hepatócitos nos chamados 'nódulos de regeneração'. É a resposta comum do parênquima hepático a qualquer estímulo lesivo persistente, representado; geralmente por inflamação e necrose hepatocitária. O encontro dos 'nódulos de regeneração' circundados por fibrose confirma o diagnóstico histopatológico da cirrose hepática. Como a evolução da hepatite crónica para cirrose é um processo lento e progressivo, a biópsia hepática pode demonstrar áreas de cirrose lado a lado a áreas de atividade necro-inflamatória. Esses 'nódulos de regeneração', na verdade, são uma 'tentativa frustrada' do fígado em recuperar a sua função. Os hepatócitos regenerados se agrupam em um novo arranjo, no qual inexiste a veia centrolo-bular e, portanto, não são mais capazes de substituir a função dos hepatócitos originais ... São atraídas para o local diversas células que participam da génese da cirrose: leucócitos, fibroblastos e plaquetas...."
 
in ebaH  por Evelyn Pacheco cursa Enfermagem
publicado por CH às 18:01
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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Varizes esofágicas

 

 

publicado por CH às 21:03
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Varizes Esofágicas

 

 

"... A circulação colateral, secundária a hipertensão portal, também conhecida como “shunt porto sistêmico”é responsabilizada por algumas das conseqüências mais graves das hepatopatias crônicas. É através dela que o sangue venoso esplâncnico, contendo várias substâncias não depuradas pelo fígado, algumas tóxicas ao sistema nervoso central, ganham a circulação sistêmica, explicando, pelo menos em parte, os quadros de encefalopatia hepática. ..."

 

in Estratégia Saúde da Família

publicado por CH às 20:57
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Domingo, 4 de Outubro de 2009

Encefalopatia PDF

 

 

Encefalopatia Diagnóstico e Tratamento

 

 

 

publicado por CH às 22:04
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Domingo, 27 de Setembro de 2009

Rifaximina Xifaxan Encefalopatia Hepática

 

Rifaximina  = Xifaxan

 

 

 "XIFAXAN (BIOSAÚDE): AUTORIZADA COMPARTICIPAÇÃO

 
 Autorizada a comparticipação do Xifaxan da BioSaúde em embalagens de 12 comprimidos revestidos a 200mg. Classificação fármaco terapêutica 6.3.2.2 Antidiarreicos, substância activa Rifaximina incluído no escalão de comparticipação C, com o preço de 8,01 euros."

 

 

in www.tribunamedicapress.pt

 

 


 

  

 Ministério da Saúde

  

INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P.

 

 

"Aviso.... publica-se, em anexo, a lista dos novos medicamentos comparticipados com início de comercialização a 01 de Agosto de 2009..."

 

 


 

 

Prontuário Terapêutico on-line 

 

 

 


 

 

"... Bill Forbes, presidente Salix  vice-presidente sênior e director de desenvolvimento, disse num comunicado que, se aprovada, rifaximina seria a primeira opção de novo no mercado para a gestão HE em mais de 30 anos. Salix estima que  representa um mercado de US $ 600 milhões nos Estados Unidos.

 

Rifaximina também foi concedida uma designação de medicamento órfão pela FDA para o tratamento da EH.  Essa designação prevê sete anos de exclusividade de comercialização nos Estados Unidos se os ganhos de drogas aprovação da FDA.

 

EH ocorre frequentemente em pacientes com cirrose, uma doença do fígado que pode ser causada por vários factores, incluindo o abuso de álcool, abuso de drogas, a hepatite viral crônica e doenças auto-imunes."

 

 

in Triangle Business Journal

 

 

publicado por CH às 19:36
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Varizes esofágicas

 

 

Varizes esofágicas

publicado por CH às 21:22
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Sábado, 19 de Setembro de 2009

O que é a esteatose hepática?

 

Publicado em 14/09/2009 por Maria Eduarda Bécho Freitas Arger em  Doutor, me explica?

 

 

 

"Também conhecida como degeneração gordurosa do fígado, é um achado comum que consiste no acúmulo de triglicerídeos e outros lipídios (gorduras) nas células do fígado, os hepatócitos. A esteatose hepática não é uma doença. É uma alteração morfofisiológica dos hepatócitos que ocorre em conseqüência de diversas desordens metabólicas. É a enfermidade crônica mais comum do fígado. Na esteatose grave, os lipídios constituem até 40% do peso do fígado, e o peso desse órgão pode aumentar de 1,5 kg até 4,9 kg. A esteatose em geral é reversível apenas pela eliminação da causa. Temos que ter em mente, em contrapartida, que a esteatose pode ser a causa de infecções recorrentes e pode causar morte súbita pela migração de êmbolos de gordura originada do fígado para os pulmões.

 

Quais são as causas da esteatose hepática?

Quatro causas são disparadamente as mais comuns: Consumo excessivo de álcool, diabetes mellitus descompensado, obesidade e desnutrição ( especialmente a deficiência de proteína).

Outras causas: fibrose cística, distúrbios do armazenamento do glicogênio, uso de quimioterápicos, pacientes em nutrição parenteral total, cirurgias do trato gastrintestinal (ex.: cirurgia para a redução do estômago), lipodistrofia congênita generalizada, síndrome de Cushing, síndrome de Reye, intoxicação por tetracloreto de carbono, gravidez, dentre outras causas.

Seja qual for a causa, a esteatose hepática provavelmente resulta da mobilização de ácidos graxoa dos tecidos adiposos (tecidos gordurosos) ou de uma alteração do metabolismo (processamento) das gorduras.

Como acontece a esteatose hepática?

O hepatócito (células do fígado) normalmente sintetiza lípides e os envia para o tecido de armazenamento, que é o tecido adiposo. Em condições normais de adequada alimentação e metabolismo normal não há acúmulo de triglicérides no hepatócito. A esteatose ocorre em consequência de duas alterações básicas, que podem ser concomitantes ou não:

a) Excesso de oferta de ácidos graxos ao fígado. Há uma excessiva chegada de lípides (na forma de ácidos graxos livres) ao hepatócito, vindo do tecido adiposo, o que excede a capacidade do hepatócito de fazer o processamento e exportação dos mesmos.

Este mecanismo é visto tanto no jejum ou desnutrição como no diabetes descompensado. Tais situações causam intensa mobilização de ácidos graxos no tecido adiposo. Para mobilizar lípides estocados no tecido adiposo existe a enzima lipase hormônio-sensível, que é inibida pelo hormônio insulina. Na falta de insulina, o que ocorre no jejum, e no diabetes mellitus, essa enzima fica constantemente ativada, e remove grande quantidade de triglicérides dos adipócitos, as células de armazenamento de gordura. Assim, muita gordura chega ao fígado e essa gordura acaba sendo estocada.

b) Deficiência na produção de lipoproteínas, basicamente do tipo VLDL. Quando ingerimos açúcares e proteínas em excesso, eles acabam sendo transformado em lípides no fígado. Os triglicérides sintetizados no fígado devem ser empacotados para serem enviados ao tecido adiposo. O “pacote” em que eles são “embrulhados” são as partículas de lipoproteína chamadas de VLDL (very low density lipoproteins). São menores e mais densas que os quilomícrons. A deficiência de produção de VLDL pelas células do fígado é resultante de:

1. Diminuição na síntese de proteínas.

2. Diminuição na síntese de fosfolípides.

 

Por que o alcoólatra tem esteatose?

Em primeiro lugar, porque o alcoólatra é frequentemente um desnutrido crônico. Em segundo lugar, porque o álcool é tóxico e potencialmente lesivo às células do fígado. Em terceiro lugar, porque o metabolismo do álcool produz acetil CoA (uma das matérias-primas da gordura) em excesso. Além disso, o metabolismo de grandes quantidades de etanol consome grande parte de um composto conhecido como NAD+ (nicotinamida adenina dinucleotídeo) que é necessário para que não haja acúmulo de acetil CoA (uma das matérias-primas da gordura). Se há muita matéria-prima de gordura, há muita produção da mesma, concorda?

Quais são os sintomas da esteatose hepática?

Eles variam de acordo com o grau de esteatose, e muitos pacientes são assintomáticos. O sinal mais típico é um fígado aumentado e doloroso, o que damos o nome de hepatomegalia. O paciente pode apresentar também um desconforto no lado superior direito do abdômen, icterícia (pessoa fica com coloração amarelada da pele e mucosas), febre, inchaço, ascite (“barriga d-água”), náuseas, vômitos, falta de apetite. Alterações mais raras são varizes, ginecomastia transitória e distúrbios menstruais.

Como é feito o disgnóstico da esteatose hepática?

O médico associa a história clínica do paciente, suas manifestações clínicas e seu exame físico para formular a hipótese de esteatose hepática. Alguns exames podem ser úteis para o diagnóstico da doença, e devem ser solicitados a critério médico. Estes podem incluir as provas de função hepática (dosadas no sangue), hemograma, leucograma, glicemia, dosagem de ferro, ácido fólico, vitamina B12, exame de urina, exames de imagem (ecografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética) e biópsia hepática.

 

 

Como é o tratamento da esteatose hepática?

O tratamento é essencialmente de apoio e consiste em corrigir ou eliminar a causa da esteatose. Por exemplo, quando ela resulta de consumo excessivo de álcool, a abstinência do mesmo com uma dieta adequada começa a corrigir as alterações no fígado dentro de 4 a 8 semanas.

Diversos tratamentos farmacológicos têm sido propostos, mas nenhum teve eficácia comprovada. Os mais promissores são: genfibrozil, acido ursodeoxicólico, betaine , n-acetilcisteína e vitamina E.

Quais são as conseqüências da esteatose hepática para o fígado?

A persistência prolongada da esteatose pode levar a uma destruição progressiva dos hepatócitos, as células do fígado, com fibrose e perda da arquitetura funcional do fígado, o que chamamos de cirrose hepática. Devemos lembrar que além do alcoolismo, a cirrose pode ter várias outras origens, sendo a principal as hepatites crônicas, pelos virus B e C. Nestes dois casos, a esteatose não participa da gênese da cirrose.

Quais as recomendações para o consumo de álcool?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que para se evitar problemas com o álcool (exemplo:

 

dependência), o consumo aceitável é de até 15 doses/semana para os homens e 10 doses/semana para as mulheres, sendo que 1 dose contém de 8 a 13 gramas de etanol. Os homens não devem exceder o consumo de 3 doses diárias de álcool e as mulheres duas doses diárias. Para reduzir o risco de dependência, deve-se evitar ingerir bebida alcoólica pelo menos dois dias na semana, ainda que em pequenas quantidades. Recomenda-se também evitar a intoxicação aguda.

Caso a pessoa apresente uma tendência a sentir os efeitos do álcool com um ou dois drinks, ela deve beber menos que isso. Um drink padrão equivale a aproximadamente uma latinha de cerveja (330 ml a 5%), uma dose de whisky, gin ou vodka (40 ml a 40%), uma taça de vinho (140 ml a 12%) ou uma pequena taça de licor ou aperitivo (70 ml a 25%).

Há situações em que um ou dois drinks já são excessivos. Exemplos : antes de dirigir, operar uma máquina, durante a gestação ou amamentação."

 

Referências

 

publicado por CH às 20:48
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Domingo, 9 de Agosto de 2009

Gastropatia

 

 

Gastropatia Hipertensiva Portal

 

"...Após o sangramento por varizes, a mucosa gástrica é a fonte mais comum de sangramento do trato gastrintestinal alto em pacientes com cirrose e hipertensão portal..."

 

publicado por CH às 19:55
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APEF

 

APEF - Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado

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Domingo, 2 de Agosto de 2009

Cirrose

 

Conheça as causas e os sintomas da cirrose hepática

 

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publicado por CH às 21:29
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Sábado, 25 de Julho de 2009

Vídeo

 

publicado por CH às 21:08
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O fígado

 

 

publicado por CH às 21:03
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Video

 

 

publicado por CH às 20:59
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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Tratamento para o câncer de fígado é aprovado no Brasil

 

"O câncer de fígado é o quinto tipo de câncer mais frequente no mundo e é a complicação mais grave da cirrose hepática. Até hoje, não havia opção de tratamento para os casos mais graves.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) acaba de aprovar o uso do tosilato de sorafenibe (da Bayer Schering Pharma) para o tratamento do câncer de fígado. A aprovação foi baseada nos resultados de um estudo clínico mundial com mais de 600 pacientes com câncer de fígado avançado e que revelou um aumento de 44% da sobrevida. O medicamento de uso oral é uma terapia-alvo (age diretamente nas células doentes, preservando as sadias) aprovada em mais de 60 países para o tratamento de tumores renais. Após mais de 30 anos e centenas de estudos clínicos com outras drogas, o tosilato de sorafenibe é o primeiro tratamento a demonstrar resultados efetivos contra o câncer de fígado, o quinto tipo mais freqüente no mundo e a terceira causa de morte por câncer, levando a mais de 500 mil mortes por ano.

 

No Brasil, estima-se que sejam feitos entre 2 e 3 mil diagnósticos da doença por ano.  Segundo especialistas, até hoje existiam poucas e ineficazes opções de tratamento sistêmico para este tipo de câncer, pois nenhuma droga apresentava benefícios comprovados para o seu controle.  “Isso acontece porque cerca de 95% dos pacientes com câncer de fígado tem cirrose hepática concomitantemente e a quimioterapia convencional se tornava muito agressiva”, afirma a gastroenterologista Luciana Kikuchi, Médica Assistente e Coordenadora do Ambulatório de Oncologia Hepática do Serviço de Gastroenterologia Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. A especialista explica que quando o paciente descobre a doença por causa de sintomas relacionados ao tumor, como dor e emagrecimento, geralmente o câncer de fígado já está em um estagio avançado. “Por isso recomendamos a todos os pacientes com cirrose hepática que realizem ultrassonografia de abdome pelo menos uma vez ao ano, pois desta forma o diagnóstico pode ser feito em uma fase precoce, quando há opções de tratamento curativo”.

 

Estudos com o tosilato de sorafenibe trazem nova esperança para pacientes e médicos. “É a primeira terapia que efetivamente demonstrou prolongar a sobrevida dos pacientes com carcinoma hepatocelular”, afirma o hepatologista Fábio Marinho, médico do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco e do Hospital da Beneficência Portuguesa de Pernambuco. Os estudos também demonstram maior tolerabilidade e poucos efeitos adversos, o que contribui para a melhor qualidade de vida do paciente e facilidade de adesão ao tratamento. “A substância foi capaz de impedir a formação de novos vasos que alimentariam o tumor, além de inibir a sua proliferação”.

 

O que dizem os estudos

 

A aprovação da ANVISA foi baseada no SHARP (Sorafenib HCC Assessment Randomized Protocol), estudo clínico de fase III que envolveu 602 pacientes com carcinoma hepatocelular avançado (sem indicação para tratamento cirúrgico ou quimioembolização) de diversos centros de pesquisas mundiais, inclusive no Brasil. Os resultados, publicados na revista científica New England Journal of Medicine (NEJM), demonstraram que os pacientes tratados com o medicamento tiveram aumento da taxa de sobrevida global em 44%, quase três meses a mais do que naqueles que não receberam a substância (média de 10,7 meses versus 7,9 meses do grupo placebo). Além do Brasil, diversas agências regulatórias internacionais como o FDA (Food and Drug Administration), nos Estados Unidos, e o EMEA (European Medicines Agency), na Europa, também aprovaram o uso do tosilato de sorafenibe para o tratamento do carcinoma hepatocelular.

Outro estudo clínico de fase III (Randomized Phase III Trial of Sorafenib versus Placebo in Asian Patients With Advanced Hepatocellular Carcinoma), também comprovou a eficácia da terapia-alvo em 226 pacientes da região Ásia-Pacífico. Os resultados demonstraram que o medicamento reduziu em 43% o risco de progressão do carcinoma hepatocelular e em 32% o risco de morte. A sobrevida global dos pacientes tratados com o tosilato de sorafenibe foi de 6,5 meses versus 4,2 meses para os que não receberam a substância. Este tipo de câncer é comum na região asiática devido à alta incidência de infecções por hepatite B crônica, doença que atinge 275 milhões de pessoas naquela área.

 

Raio-X da doença

 

* Incidência - O carcinoma hepatocelular é a complicação mais grave e freqüente dos portadores de cirrose, com uma prevalência de 5% nos pacientes assintomáticos e de 15 a 20% naqueles com descompensação da cirrose. Este é o quinto tipo de câncer mais prevalente no mundo, com 5,6% da incidência global. O câncer de fígado é três vezes mais freqüente no homem do que na mulher e a idade média dos pacientes é de 50 anos.

* Mortalidade - A doença é a 3ª causa de morte por câncer no mundo, cerca de 500 mil por ano.

* Causas e fatores associados - Doenças hepáticas crônicas, como cirrose e hepatites B e C, alcoolismo, aflotoxinas (encontradas nos amendoins contaminados) e outros agentes tóxicos. Estatísticas mostram que até 30% dos pacientes com cirrose desenvolvem o tumor.

* Principais sintomas - Mal-estar, dor abdominal, distensão abdominal, perda de apetite, anorexia, emagrecimento, icterícia (pele e olhos amarelados) e ascite (acúmulo anormal de líquido no abdome ou “barriga d’água”).

* Diagnóstico - Exames laboratoriais, ultrassonografias, tomografias, ressonância magnética, angiografias e outros.

* Tratamento - Estima-se que apenas 20% a 30% dos pacientes com diagnóstico de câncer de fígado são candidatos à cirurgia ou transplante do órgão, considerados os procedimentos mais eficazes para a cura da doença.

 

Sobre a terapia-alvo

 

O tosilato de sorafenibe é uma terapia-alvo que combate tanto a angiogênese (crescimento de novos vasos sanguíneos que alimentam o tumor) quanto as células tumorais. Ao contrário do que acontece nos tratamentos convencionais, o medicamento oferece maior tolerabilidade e menos efeitos adversos, o que garante mais estabilidade e bem-estar ao paciente. Nexavar® é administrado por comprimido oral, duas vezes ao dia. O medicamento é aprovado em mais de 60 países, inclusive no Brasil, para o tratamento do câncer renal em estágio avançado. Outros estudos clínicos para avaliar os benefícios e a eficácia do tosilato de sorafenibe em pacientes com câncer de rim, fígado e outros tipos de tumores estão em andamento em fases II e III de pesquisa.

 

Fonte

Bayer Schering Pharma - Fabricante do medicamento.

 

Publicado por Marcos Vinhal em 13 de julho, 2009"

 

in Revistavigor

 

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Encefalopatia hepática

 

 

 A Encefalopatia hepática e  o antibiótico rifaximina

  

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publicado por CH às 22:50
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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Cirrose

 in Guia de Doenças

 

 

"O que é cirrose?


O termo cirrose hepática indica os processos patológicos crônico, difusos e progressivos em que há destruição gradual do fígado normal, com formação de cicatrizes (fibrose) e múltiplos nódulos, acarretando a diminuição do tamanho do órgão e perda parcial das principais funções. A cirrose representa a fase avançada de várias doenças do fígado. Não é uma única doença, podendo apresentar inúmeras causas.


Como se adquire e como se desenvolve?


Várias doenças adquiridas ou genéticas podem levar à cirrose.

As causas mais importantes são o uso de álcool, hepatites crônicas virais (hepatite B e hepatite C), determinados medicamentos, esteato-hepatite (gordura no fígado), hepatite auto-imune, cirrose biliar primária, colangite esclerosante primária, hemocromatose (deposição de ferro no fígado), doença de Wilson (deposição de cobre no fígado), síndrome de Budd-Chiari (obstrução da veia hepática).

Essas doenças geralmente são progressivas e lesam o fígado, levando à substituição do tecido normal por tecido anormal (fibrose e nódulos). Essa modificação ocorre ao longo dos anos e é responsável pelo surgimento dos sintomas.


Quais são os sintomas?


Os sintomas dependem da fase da cirrose, se compensada (inicial) ou descompensada (avançada). Na fase compensada, a maior parte das pessoas não apresenta sintomas, uma vez que os sintomas são leves, não são específicos ou são pouco valorizados pelo paciente. Nessa fase, predominam queixas como astenia ou cansaço fácil, sensação de peso nas pernas e câimbras.
 

Na fase descompensada surgem os sintomas característicos. Muitas vezes, somente nessa fase o paciente sente necessidade de procurar um médico. As principais manifestações são icterícia (cor amarela dos olhos e mucosas), inchaço nas pernas, ascite (barriga d’água), vômitos com sangue ou sangramento intestinal, encefalopatia hepática (confusão mental), perda de massa muscular e predisposição a infecções.


Como é feito o diagnóstico?


Inicialmente, devem-se valorizar as queixas e sintomas do paciente, que podem indicar o comprometimento do fígado. O exame físico pode revelar anormalidades compatíveis com cirrose. As principais são a coloração amarelada da pele e mucosa, lesões de pele (spiders ou aranhas vasculares e manchas roxas). Pode haver perda da libido, atrofia testicular e ginecomastia (aumento na mama nos homens). A palpação do abdómen revela a diminuição do tamanho do fígado e aumento do baço. Essas alterações podem ser confirmadas por exames de imagem (ultra-sonografia ou tomografia do abdómen).

Exames de sangue são muito úteis para se estimar o grau de comprometimento do fígado e para se determinar a causa da cirrose. Existem exames específicos para várias causas de cirrose.
 
A endoscopia digestiva geralmente é solicitada para verificar se há varizes no esôfago e no estômago, uma das complicações da cirrose.

Pode ser necessária a realização da biópsia do fígado para se confirmar o diagnóstico de cirrose.


 

Há riscos de ter cancro por causa da cirrose?


Sim. A cirrose hepática é uma condição que predispõe ao cancro do fígado. O risco é variável e depende da causa da cirrose. Em determinadas doenças na fase de cirrose, o risco de câncer pode ser 100 vezes maior que o risco da população em geral.


O que deve ser mudado na rotina para lidar com a cirrose?


Pessoas com cirrose necessitam de tratamento médico especializado. A depender da fase da doença, pode ser necessária dieta com pouco sal e com pouca proteína (carnes). Um paciente com cirrose jamais pode se automedicar. Vários medicamentos são contra-indicados em pessoas com cirrose. O uso de álcool não é permitido, mesmo nos casos de cirrose não relacionada ao álcool. Vários estudos realizados internacionalmente e no Brasil demonstram que o álcool acelera a evolução da cirrose e diminui a expectativa de vida. Exercícios físicos que aumentam a pressão abdominal devem ser evitados.


 
 
Há prevenção?


Sim. No caso da hepatite B, existe vacina eficaz e de baixo risco. A conscientização acerca do malefício causado pelo consumo excessivo do álcool ajuda a prevenir a cirrose alcoólica. Nas demais causas, o diagnóstico e o tratamento precoce evitam a evolução para cirrose, permitindo um excelente controle da doença.


Há tratamento?


Sim. Nos Centros de Hepatologia, o tratamento costuma abordar tanto a causa quanto as manifestações da cirrose. Existem tratamentos específicos e de última geração para várias doenças hepáticas que levam à cirrose, incluindo as hepatites virais B e C, a hemocromatose, doenças auto-imunes, esteato-hepatite, etc. O tratamento das manifestações pode ser profilático (preventivo, tratar antes de complicar) ou voltado para correção das descompensações.


O transplante de fígado é indicado nas formas graves da cirrose ou quando há câncer, podendo ser utilizado o fígado de pessoas que tiveram morte encefálica e foram doados pelos familiares ou uma parte do fígado de doadores vivos, geralmente pessoas da família do paciente. "
 
 
Dr. Alberto Queiroz Farias
Médico Hepatologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Hepatologia pela USP, com especialização na Faculdade de Medicina de Marselha, França e Professor do programa de Pós-graduação em Gastroenterologia e Hepatologia da USP.
in Guia de Doenças
Contato: albertofarias@terra.com.br "
 

 

publicado por CH às 15:23
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Domingo, 31 de Maio de 2009

Cirrose e Diabetes

 

"...Em algumas pessoas com diabetes tipo 2, a melhor opção é avançar directamente para a terapêutica com insulina. Os médicos aconselham esta estratégia quando os doentes não toleram bem os medicamentos, têm doenças renais ou hepáticas...."

 

in "Como controlar a Diabetes - Um guia completo e seguro"

da Selecções do Reader's Digest

publicado por CH às 13:42
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

MELD

 

A escala de Meld revisitada

 

 

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publicado por CH às 21:15
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Sábado, 16 de Maio de 2009

Cirrose

 

A doença

            Cirrose é uma complicação de muitas doenças hepáticas que é caracterizada por alterações de estrutura e funcionamento do fígado.....

.....As células de fígado, que não morrem multiplicam-se numa tentativa de substituir as células que já morreram.  Isto resulta em clusters de recém-formadas células hepáticas (nódulos regenerativos), dentro do tecido cicatricial. ...

 

...A relação do fígado com o sangue é única. Ao contrário da maioria dos órgãos do corpo, apenas uma pequena quantidade de sangue é fornecido para o fígado por artérias. A maior parte do fornecimento de sangue ao fígado vem do intestino pelas veias quando o sangue retorna ao coração.  A principal veia que retorna sangue do intestino é chamada veia porta.  Como a veia porta passa através do fígado, parte-se em cada vez menor e menor veias.  O mais ínfimo das veias (sinusóides, chamado por causa de sua estrutura única) estão em contacto estreito com as células hepáticas. Esta relação estreita entre as células do fígado e o sangue da veia porta, permite às células do fígado remover e adicionar substâncias para o sangue.  Assim que o sangue atravessa as sinusóides, é colectado em cada vez maiores e grandes veias que, em última instância, formam uma única linha, as veias hepáticas que retornam o sangue ao coração.
 
Na cirrose, a relação entre as células do sangue e o fígado é destruída. Apesar de as células do fígado que sobrevivem ou são recém-formadas poderem ser capazes de produzir e remover substâncias do sangue, elas não têm a normal, relação íntima com o sangue, e isso interfere com as células hepáticas na "capacidade para adicionar ou remover substâncias a partir do sangueAlém disso, a cicatriz na cirrose hepática obstrui o fluxo de sangue através do fígado e para as células do fígado.  Como resultado da obstrução ao fluxo de sangue através do fígado,  o sangue "back-up" na veia porta e, a pressão na veia porta aumenta, uma condição chamada hipertensão portal.  Por causa da obstrução ao fluxo e alta pressão na veia porta, o sangue na veia porta procura outras veias, para retornar ao coração, veias com pressões mais baixas, que ignoram o fígado.  Infelizmente, o fígado é incapaz de adicionar ou remover substâncias do sangue que o ultrapassam. É uma combinação de um número reduzido de células do fígado, perda do contacto entre o sangue normal que passa pelo fígado e células do fígado, fígado e sangue contorneando o que leva a muitas das manifestações da cirrose....
 
...Bilis é um fluido produzido pelas células do fígado que tem duas funções importantes: a ajuda na digestão e remover e eliminar substâncias tóxicas do corpo.
... o fígado não é capaz de eliminar normalmente as substâncias tóxicas, e elas podem se acumular no organismo...

- Amarelecimento da pele (icterícia), devido ao acumulo de bilirrubina no sangue;
- Fadiga;
- Fraqueza;
- Perda de apetite;
- Prurido;
- Facilidade de nódoas negras pois diminuiu produção de factores de coagulação sanguínea pela doença hepática.

 

- Edema e ascite

Quando a cirrose se agrava, são enviados sinais para os rins reterem sal e água no organismo. O excesso de sal e água acumula-se no tecido sob a pele dos tornozelos e pernas devido ao efeito da gravidade, quando em pé ou sentado.
Este acumulo de fluido é chamado de edema...
...À medida que a  cirrose se agrava mais sal e água são retidos no organismo, também  se pode acumular líquido na cavidade abdominal entre a parede abdominal e os órgãos abdominais. Esta acumulação de fluidos (chamada ascite) provoca inchaço do abdómen, desconforto abdominal, e aumento do peso. ...
 
- A peritonite bacteriana espontânea (PAS)

Fluido na cavidade abdominal (ascite), é o lugar perfeito para  as bactérias crescerem. Normalmente, a cavidade abdominal contém uma pequena quantidade de líquido que é capaz de resistir bem a infecções, e bactérias que entram no abdómen (normalmente a partir do intestino)  que são mortos ou encontram o seu caminho para a veia porta e para o fígado onde são mortos. Na cirrose, o liquido recolhido no abdómen é incapaz de resistir normalmente a infecções.
Além disso, mais bactérias encontram o caminho do intestino para a ascite. Assim, a infecção no abdómen e da ascite, designado por peritonite bacteriana espontânea ou SBP, é provável que ocorra. PAS é uma complicação com risco de vida. Alguns pacientes com PAS não apresentam sintomas, enquanto outros têm febre, calafrios, dor abdominal e sensibilidade, diarreia e pioria da ascite.
 
 

- Sangramento de varizes esofágicas

 

- Encefalopatia hepática

Algumas das proteínas presentes nos alimentos que escapam à digestão e absorção são utilizadas por bactérias que estão normalmente presentes no intestino. Enquanto usam a proteína para os seus próprios fins, as bactérias libertam substâncias no intestino. Estas substâncias podem então ser absorvidas pelo corpo. Algumas destas substâncias, por exemplo, o amoníaco, pode ter efeitos tóxicos sobre o cérebro. Normalmente, essas substâncias tóxicas são levadas através da veia porta do intestino para o fígado, onde são removidas do sangue e descontaminadas.

Como anteriormente discutido, quando está presente a cirrose, as células do fígado não podem funcionar normalmente ou porque estão danificadas ou porque perderam as suas relações normais com o sangue. Além disso, algum do sangue na veia porta ignora o fígado através de outras veias. O resultado destas alterações é que, as substâncias tóxicas, não podem ser removidas por células do fígado e, em vez disso, as substâncias tóxicas acumulam-se no sangue.

Quando as substâncias tóxicas se acumulam no sangue, a função do cérebro é prejudicada, uma condição chamada encefalopatia hepática. Dormir durante o dia e não durante a noite (inversão do padrão normal do sono) está entre os primeiros sintomas de encefalopatia hepática. Outros sintomas incluem irritabilidade, incapacidade de concentração ou realizar cálculos, a perda de memória, confusão, depressão ou níveis de consciência. Em última análise, encefalopatia hepática grave provoca coma e morte.

As substâncias tóxicas também tornam os cérebros de pacientes com cirrose muito sensíveis às drogas, que são normalmente filtradas e descontaminadas pelo fígado. Doses de muitos medicamentos, que normalmente são descontaminados pelo fígado têm que ser reduzidos para evitar uma acumulação tóxica, especialmente sedativos e drogas que são utilizadas para dormir. Em alternativa, podem ser utilizados medicamentos que não necessitam de ser descontaminados ou eliminados do organismo pelo fígado, por exemplo, medicamentos que são eliminados pelos rins.

- Hepatorenal síndrome

- Síndrome hepatopulmonar

- Hiperesplenismo

- Cancro hepático (carcinoma hepatocelular)


 

 

Os Medicamentos

 

 

As análises

 

 

in Medicine.Net

 

publicado por CH às 13:09
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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Endoscopic Variceal Banding

 

 

publicado por CH às 21:27
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Endoscopy in advanced Cirrosis

 

 

publicado por CH às 21:21
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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

Cirrose do fígado pode também danificar cérebro e coração

 

"Um novo estudo descobriu que a inflamação acrescida provocada pela cirrose do fígado pode levar as pessoas com esta doença a desenvolverem também problemas neurológicos, cognitivos e de ritmo cardíaco.

A cirrose do fígado, que mata 25 mil pessoas nos Estados Unidos e 2 mil em Portugal todos os anos, é frequentemente um resultado do consumo excessivo de bebidas alcoólicas ou da hepatite C. Esta doença afecta o fígado e surge devido ao processo crónico e progressivo de inflamações.

A doença ocorre quando o fígado é danificado e não consegue filtrar as toxinas convenientemente. As pessoas que sofrem de cirrose tendem a ter problemas relacionados com o coração e uma doença conhecida como encefalopatia hepática, que ocorre quando quantidades cada vez maiores de toxinas não filtradas atingem o cérebro, deteriorando a função cerebral. A encefalopatia hepática pode afectar tanto a performance física como a mental.

De acordo com os investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade College London e do Hospital Royal Free, em Londres, todas as três doenças estão relacionadas com o aumento da inflamação sistémica.

Num estudo com pessoas com cirrose, publicado na “American Journal of Physiology-Gastrointestinal and Liver Physiology”, a equipa de investigadores descobriu fortes ligações entre os problemas dos batimentos cardíacos e a encefalopatia hepática. O nível de citocinas inflamatórias (moléculas que activam a resposta do organismo à inflamação) de uma pessoa aumentou à medida que a incapacidade cognitiva ampliou e a variabilidade na frequência cardíaca diminuiu."


Isabel Marques

 

in Farmácia.com.pt

 

publicado por CH às 11:54
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009

A encefalopatia hepática e o fármaco rifaximina

 

 

"O fármaco rifaximina (Xifaxan/Flonorm), da Salix Pharmaceuticals Ltd, demonstrou ser efectivo na prevenção da encefalopatia hepática, uma doença do fígado que afecta o cérebo, em comparação com placebo, num estudo de Fase III.

O estudo, que envolveu 299 pacientes, revelou que a rifaximina foi estatisticamente significativa na prevenção da encefalopatia hepática, em comparação com o placebo.

A rifaximina, que actualmente é comercializada para o tratamento da diarreia do viajante, está a ser testada para o tratamento da encefalopatia hepática, tendo já recebido o estatuto de medicamento órfão por parte da agência norte-americana que regula os medicamentos (FDA).

A encefalopatia hepática é uma doença na qual os danos no fígado provocam a acumulação de substâncias tóxicas no sangue, o que provoca danos no cérebro, podendo eventualmente levar à morte.


Isabel Marques"

 

in Farmácia.com.pt

publicado por CH às 21:22
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

O Eltrombopag aumenta as plaquetas em pacientes com cirrose

 

"Um grave problema nos pacientes cirróticos é a diminuição na contagem das plaquetas (trombocitopenia), problema que pode causar hemorragias como também impedir o tratamento da hepatite com o interferon, pois este medicamento pode diminuir ainda mais o numero das plaquetas colocando em risco a vida do paciente.

Diversas pesquisas se encontram nas etapas finais com um medicamento com muitas boas expectativas com o qual se pode aumentar o número das plaquetas. De nome complicado, o Eltrombopag, atua estimulando a síntese plaquetária. De uso oral poderá ser útil para quem precisa ser tratado com o interferon, já que ao aumentar o numero de plaquetas e possível realizar o tratamento.

Uma das pesquisas que foi publicada no New England Journal of Medicine relata a fase 2 do estudo realizado em 74 pacientes com cirrose ocasionada pelo vírus da hepatite C, todos com plaquetas entre 20.000 e 70.000. O objetivo era determinar qual a melhor dose do eltrombopag para conseguir uma cifra de plaquetas superior às 100.000, o que permitiria iniciar o tratamento com interferon peguilado e ribavirina, em cujo caso se mantinha o tratamento com eltrombopag durante mais 12 semanas.

Conforme a dosagem, entre 75% e 95% dos pacientes conseguiu aumentar as plaquetas superando a meta de 100.000. Do grupo controle, o qual recebeu somente um placebo, nenhum paciente conseguiu qualquer aumento nas plaquetas. Esta cifra permitiu que se iniciasse o tratamento antiviral em 49 pacientes.

Os resultados deste estudo mostram que o eltrombopag aumenta a quantidade de plaquetas e reduz o risco de hemorragias em pacientes com cirrose hepática que devam receber tratamento antiviral ou que precisem ser submetidos a procedimentos invasivos.

Embora os resultados devam confirmar-se nos estudos de fase 3 que se encontram em realização em diversos centros médicos, estes mostram que o eltrombopag pode ser um fármaco muito útil para os pacientes com cirrose. "
 

in Hepato

 

 


 

"Um novo fármaco em estudo, com capacidade para aumentar os níveis das plaquetas sanguíneas, promete ajudar na cura de pacientes que sofrem de Hepatite C, bem como de outras doenças do fígado, segundo um artigo apresentado no "New England Journal of Medicine".

 

O fármaco, denominado Eltrombopag, aumenta a quantidade de plaquetas no sangue, um importante componente da coagulação..."

 

 

in Saúde na Internet

 

 

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Sábado, 15 de Novembro de 2008

Blog relacionado com as principais doenças do fígado

O Fígado e suas doenças

de  Dr. José Carlos Ferraz da Fonseca

publicado por CH às 23:29
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Fígado e Álcool: Quanto podemos beber sem risco?

 

"Sempre que consumimos bebidas alcoólicas, o álcool  é absorvido no tubo digestivo e segue directamente para o fígado. O consumo de álcool excessivo pode levar a três tipos de doença: o fígado gordo (esteatose), a hepatite e a cirrose.

 

O fígado possui a capacidade de metabolizar, isto é, de destruir o álcool. As células do fígado conseguem transformar o álcool em produtos não tóxicos que depois são eliminados. Mas esta capacidade do fígado não é ilimitada.


O fígado pode tolerar uma pequena quantidade de álcool diariamente. Porém, se o consumo for excessivo pode levar à falência de praticamente todos os órgãos: no fígado, pâncreas, coração, alterações sexuais como impotência e a alguns tipos de cancro.


A ingestão de bebidas alcoólicas não está apenas associado a morte por doença. O número de mortes directa ou indirectamente associadas ao consumo de bebidas alcoólicas tem vindo a aumentar. Estima-se que de um a dois, em cada quatro ou cinco acidentes de viação, estejam directamente relacionados com o consumo de bebidas alcoólicas.


Doenças do fígado


No capítulo das doenças, podemos considerar três principais patologias, em virtude da ingestão exagerada de bebidas alcoólicas:


- A esteatose ocorre sempre em bebedores habituais. As células do fígado passam a estar cheias de gordura (lípidos). O fígado fica sensível a outros tóxicos e a manutenção do consumo promove a evolução para as fases seguintes;


- A hepatite alcoólica: nesta fase já existe inflamação que, se for ligeira, pode não causar sintomas. As formas mais graves condicionam sintomas, por vezes exuberantes, e podem mesmo levar à morte por falência do fígado;


- A cirrose hepática: o fígado normal fica substituído por fibrose (cicatrizes). Este processo é progressivo. Os hepatócitos vão morrendo e o fígado vai perdendo gradualmente a sua função. A cirrose leva à falência hepática, em o fígado deixa de ser capaz de desempenhar as suas funções. A situação é praticamente irreversível."

 

in Médicos de Portugal por Dr.ª Paula Peixe

 

publicado por CH às 22:20
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Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Histopathology Liver--Cirrhosis

 

 

publicado por CH às 17:30
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Histopathology Liver--Alcoholic liver disease

 

 

publicado por CH às 17:27
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Histology of the Liver

 

 

publicado por CH às 17:23
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Domingo, 22 de Junho de 2008

Esophagus varices

 

 

publicado por CH às 22:34
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Histopathology Esophagus --Ruptured varices

A primeira imagem pode impressionar. Trata-se de um esófago virado ao contrário.

 

 

 

 

publicado por CH às 22:32
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Cirrose

Complicações da Cirrose

 

Sricbd

publicado por CH às 11:23
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Varizes esofágicas

"As varizes esofágicas (VE) constituem um problema frequente, desenvolvendo-se em 50% a 60% dos doentes com cirrose hepática...."

 

Ver artigo completo em:

 

http://www.spg.pt/download.php?path=publicacoes&filename=JPG_2003_1_14_01_Profilaxia_Secundaria.pdf

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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Pirfenidone

"BRISBANE, Calif., May 19 /PRNewswire-FirstCall/ -- InterMune, Inc.


(Nasdaq: ITMN) today announced that its program for the development of pirfenidone for the treatment of idiopathic pulmonary fibrosis (IPF) has received "Fast Track" designation from the U.S. Food and Drug Administration (FDA). Fast Track is a designation that the FDA reserves for a drug intended to treat a serious or life threatening condition and one that demonstrates the potential to address an unmet medical need for the condition. The FDA takes appropriate actions to facilitate the development and expedite the review of the approval applications for fast track products...."
www.intermune.com.
SOURCE  InterMune, Inc.
 

in Reuters

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Domingo, 25 de Maio de 2008

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Liver Cirrhosis, Experimental

 

Juan Armendariz-Borunda

publicado por CH às 19:54
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O que é a cirrose?

"A origem etimológica reporta-se ao termo grego Khirros, que significa amarelado, do qual deriva a palavra latina Cirrhosis , antecessora do português cirrose.

A cirrose é uma doença crónica e irreversível do fígado, resultante da substituição das células normais deste órgão - os hepatócitos - por tecido cicatricial. O organismo responde a uma lesão necrótica dos hepatócitos através de uma divisão descontrolada destes, originando ilhas irregulares, rodeadas por tecido conjuntivo, formando-se quistos nodulares, que levam a alterações na anatomia e no funcionamento do fígado, originando o endurecimento e a falência desta importante glândula anexa do sistema digestivo.

A formação dos nódulos de hepatócitos é acompanhada por uma fibrose difusa (atinge todo o órgão), levando ao surgimento de hipertensão na veia porta, que conduz à formação de varizes esofágicas e gástricas, hemorróidas, ascite (vulgo, "barriga de água", isto é, acumulação de líquido na cavidade peritoneal), esplenomegalia (devido à acumulação de sangue no baço), insuficiência hepática, hemorragias internas, podendo advir coma hepático e morte. A degeneração progressiva dos hepatócitos sobrecarrega a porção ainda funcional do fígado, agravando ainda mais a pressão sobre este órgão, num processo de feedback degenerativo positivo.

A doença apresenta duas fases, com diferente visibilidade clínica: uma fase compensada, que pode durar várias décadas, não ocorrendo sintomas; e uma fase descompensada, durante a qual surgem várias manifestações clínicas, que facilitam o diagnóstico, como emagrecimento rápido e muito acentuado, dores abdominais, eritema palmar, atrofia muscular, ginecomastia, aranhas vasculares e, em fases avançadas, hemorragias digestivas, edema dos membros inferiores e encefalopatia hepática, entre outras.

A cirrose decorre de transtornos do metabolismo, estando associada à produção de substâncias tóxicas pelo próprio organismo (endotoxinas) ou provenientes de outras fontes (exotoxinas). As principais causas desta doença são lesões hepáticas induzidas por hábitos alcoólicos, drogas ou toxinas, hepatites auto-imunes, hepatites virais B, C e D, doenças metabólicas como a hematocromatose, a doença de Wilson e a deficiência de Alfa 1-antitripsina, distúrbios vasculares, insuficiência cardíaca direita crónica, síndrome de Budd-Chiari, cirrose biliar, colangite esclerosante primária, atresia biliar, insuficiência congénita dos ductos intra- hepáticos e cirrose criptogénica.

A cirrose alcoólica, resultante de alcoolismo crónico, é a forma mais vulgar desta doença, ocorrendo em 30% dos alcoólicos que desenvolvem hepatite alcoólica. Tal como as restantes cirroses, é uma doença irreversível, que provoca, inicialmente, o aumento de volume do fígado, que numa fase mais avançada, devido ao avanço da fibrose e morte dos hepatócitos, regride abaixo do tamanho normal, até à falência completa.

A mortalidade associada à cirrose compreende-se pelos danos irreversíveis causados ao fígado, que não é apenas um órgão produtor de sucos digestivos (bílis), mas também desintoxicante e crucial na transformação e na síntese primária dos nutrientes absorvidos a nível intestinal.

Esta doença apresenta distribuição mundial, surgindo associada, sobretudo, a comportamentos alcoólicos e de risco, potenciadores da transmissão de hepatites B e C, como o consumo intravenoso de drogas.

Os tratamentos disponíveis actualmente não são eficazes na regressão da doença, atrasando apenas a sua progressão, através da administração de hepatoprotectores, e aliviando os sintomas."

 

in Infopédia
publicado por CH às 16:59
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Sábado, 17 de Maio de 2008

Notícia de 2006 - Novo medicamento poderá curar o fígado


"O jornal australiano "Australian News" na sua edição do ultimo dia 25 de Setembro publica uma reportagem assinada pela jornalista Clara Pirani informando sobre um medicamento atualmente utilizado nos casos de intestinos inflamados no qual os pesquisadores encontraram propriedades para prevenir a cirrose hepática.

A pesquisa foi coordenada pelo Dr. Christopher Day, um especialista em fígado da universidade de Newcastle, na Inglaterra, o qual informa que o principio ativo sulphasalazine poderá oferecer uma alternativa no tratamento do fígado.

O Dr. Christopher Day explica que até o momento a cirrose, por qualquer causa, é considerada praticamente uma condição incurável, existindo como única opção o transplante de fígado. Continua afirmando que esta droga poderá ser uma excelente opção já que o número de fígados para transplantes é inferior às necessidades.

Os pesquisadores testaram a droga em animais e esperam iniciar testes em seres humanos a serem realizados na Inglaterra já em 2007. Inicialmente estes testes serão realizados em ex-alcoólatras que desistiram do álcool já em fases muito avançadas da cirrose.

 

 COMENTÁRIOS:

O sulphasalazine, se comprovado seu efeito de inverter o dano ao fígado, poderá vir a revolucionar a progressão para a cirrose, evitando a necessidade imediata do transplante. Não por isso os indivíduos devem descuidar da sua saúde, lembrando que a prevenção deve estar sempre em primeiro lugar.

Desastradamente o Dr. Christopher Day coloca na reportagem que o tratamento com o sulphasalazine caso venham a ser confirmados seus benefícios poderá aliviar o problema ético que significa negar o transplante de fígado a indivíduos com cirrose auto-infligida por consumo excessivo de álcool, uso de drogas ilícitas, dietas sem controle ou obesidade.

É bom lembrar que alguns países, entre eles a Austrália, fazem esta distinção no momento de alocar os fígados, acham que se o dano foi provocado por culpa do próprio paciente eles devem ficar no final da fila de espera. Uma aberração, já que se alguém se enquadra nos casos citados muito provavelmente tenha acontecido por culpa do governo, o qual não realizou campanhas de divulgação que evitassem tais praticas.

Por ultimo, ninguém deve sair se tratando com esta droga até que os ensaios clínicos que demonstrem sua segurança e eficácia sejam comprovados pelos estudos que serão realizados no próximo ano.

 

Fonte:
Reportagem jornalística aparecida em 25 de setembro de 2006 no jornal Australian News. (sem confirmação de publicação em revistas cientificas). O Dr. Christopher Day é professor de medicina do fígado na Universidade de Newcastle, na Inglaterra."

 

in Hepato.com  

publicado por CH às 21:56
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Sábado, 12 de Abril de 2008

Video RTP1 - Cirrose Hepática

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publicado por CH às 15:39
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Tratamento da Cirrose

"Pesquisadores japoneses conseguiram curar a cirrose hepática em ratos, por meio de um medicamento que consegue bloquear a produção de colágeno, cujo excesso de secreção provoca o endurecimento das células do fígado.

Os resultados animaram especialistas, já que ainda não há cura para a doença. As expectativas são de que, em cinco anos, um medicamento baseado na experiência possa ser utilizado em humanos e disponibilizado no mercado.

O diretor geral da Sociedade Japonesa de Hepatologia, Norio Hayashi, chegou a dizer que a experiência, publicada na revista americana Nature Biotechnology, poderá resultar em "um tratamento revolucionário para a cirrose hepática"."

in CorumbáOnline

publicado por CH às 21:02
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Terça-feira, 1 de Abril de 2008

Cientistas japoneses curam cirrose hepática em cobaias

TÓQUIO (AFP) — Pesquisadores japoneses conseguiram curar a cirrose hepática em cobaias, alentando com isto as perspectivas de tratamento de doenças como essa, consideradas incuráveis.

Uma equipe da Universidade médica de Sapporo (norte) utilizou um produto genético que bloqueia a produção de colágeno, cujo excesso de secreção pode provocar o endurecimento das células do fígado.

De acordo com a pesquisa, divulgada na internet na última edição da revista americana Nature Biotechnology, 60 ratos com cirrose morreram ao final de 40 dias enquanto que outros 12 continuaram vivos graças à injeção do medicamento a cada semana; além disso, o fígado dessas cobaias de apresentava quase em perfeito estado após cinco semanas.

Yoshiro Niitsu, diretor das pesquisas, declarou à agência de notícias Jiji que "continuará com as experiências clínicas graças à ajuda de empresas privadas e, assim, espera poder colocar em prática o tratamento em cinco anos".

Norio Hayashi, diretor-geral da Sociedade japonesa de hepatologia, afirmou que esta experiência "poderia abrir caminho para um tratamento revolucionário para a cirrose hepática".

Destacou também que "serão necessárias pesquisas suplementares antes de confirmar que o medicamento pode ser usado em humanos". "

 

in AFP

publicado por CH às 21:23
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Kitocel

"A cura da cirrose hepática parece ainda um sonho, não obstante a investigação que decorre há sete anos na Universidade de Guadalajara (México), com a aplicação a um grupo de doentes hepáticos do medicamento pirfenidone, agora sob o nome registado de Kitocel, que  melhorou substancialmente  a qualidade de vida destes doentes.
 
O Chefe do Departamento de Biologia Molecular e Genómica da U.G., Dr.Juan Armendariz Borunda, explica que, mesmo que alguns pacientes do protocolo cheguem em estados avançados da doença, o tratamento da fibrose hepática, que é usado pela  primeira vez no mundo,  está a resultar.
 
"A  resposta que temos é que, quando o tratamento continua, os pacientes  têm uma melhoria em todos os aspectos, nos histológicos, nos funcionais, nos bioquímicos  e no aspecto emocional e psicológico".

A cura da cirrose hepática é ainda uma promessa, em que continuam a trabalhar os cerca de  vinte investigadores da  U.G., dirigidos pelo Dr. Juan Armendariz Borunda, que espera que, em três anos o medicametno Kitocel esteja no mercado, a fim de que os milhares de doentes no país, possam viver em circunstâncias melhores.

Até agora um grupo de 15 pacientes terminou seu tratamento de dois anos com o Kitocel...."
 

in http://www.notisistema.com/noticias/?page_id=51050

 


 

Universidade de  Guadalajara - Departamento de Biologia Molecular e Genómica

            

http://www.cucs.udg.mx/biologiamolecular/index.html

 

 

 

Instituto de Biologia Molecular en Medicina y Terapia Génica. 

 


 

"La cura de la cirrosis parece todavía un sueño, sin embargo la investigación que desde hace siete años realiza la Universidad de Guadalajara con la aplicación a un grupo de control del medicamento pirfenidone, ahora bajo la marca registrada Kitocel, ha logrado mejorar sustancialmente su calidad de vida.

El Jefe del Departamento de Biología Molecular y Genómica de la U de G, Juan Armendariz Borunda, explica que aún cuando algunos pacientes del protocolo han llegado en estadíos avanzados de la enfermedad, el tratamiento que se utiliza por primera vez en el mundo para fibrosis hepática está dando resultados.

“La única respuesta que tenemos es que mientras el tratamiento continúe y los pacientes estén en ese tratamiento, ellos experimentan mejoría y experimentan mejoría en todos los ámbitos, insisto, histológicos, funcionales, bioquímicos y en el aspecto emocional y psicológico”.

La cirrosis hepática mata en el país a alrededor de 20 mil personas al año, ya que se trata de una enfermedad crónica e irreversible que afecta con tejido cicatrizal al hígado, el órgano más grande del cuerpo y responsable de la limpieza y purificación de la sangre. Las principales causas son el alcoholismo y la hepatitis.

“En todo el país aproximadamente se presentan alrededor de 20 mil muertes, 20 mil muertes por males hepáticos y cuando hace uno la estadística en edad productiva, esto quiere decir de los 18 a los 65 años. Hay un mayor número de morbi-mortalidad y esto hace ascender a la cirrosis hepática algunos dicen a la tercera nosotros tenemos datos que a la segunda causa de mortalidad en el país en edad productiva. Cada año se identifican once mil nuevos casos”.

La cura de la cirrosis es aún una promesa en la que continúan trabajando una veintena de investigadores de la UdeG, encabezados por Juan Armendariz Borunda, quien espera que en tres años el medicamento Kitocel esté en el mercado, con el propósito de que miles de enfermos en el país puedan vivir en mejores condiciones.

“¿La cirrosis hepática seguirá siendo una enfermedad incurable?. La cirrosis hepática es curable al cien por ciento solamente cuando a usted le quitan el hígado enfermo y le transplantan un hígado sano completamente, ahí estamos hablando de una cura completa, pero ojo, ese paciente que ya recibió, sobre todo los pacientes con hepatitis C que es la primera indicación de transplante no solo en México sino en el mundo, todo mundo sabemos los que trabajamos en este campo de que el hígado de este paciente al año o a los dos años va a estar infectado con el virus de la hepatitis otra vez, si no es que antes”.

Por lo pronto un grupo de 15 pacientes terminó su tratamiento de dos años con el Kitocel, pero aceptó continuar dentro del protocolo, al que podrían ser incluidos nuevos enfermos de cirrosis cuya causa sea la hepatitis C.

 

“Ahora no hay más que seguir viviendo con eso o encontrar medicamentos. Esto no es como un cáncer que se retira como la diabetes, sino es simple y sencillamente es un medicamento que interviene de manera benéfica en la fibrosis que el hígado está sufriendo y que hay una regresión, no una cura completa, pero hay una regresión hacia la mejoría”.

Aún no hay cura para la cirrosis hepática, pero el medicamento Kitocel, desarrollado investigadores tapatíos, promete ser una esperanza para enfrentar la enfermedad de la mejor forma posible. Si usted está interesado en formar parte del protocolo comuníquese a los teléfonos 01 33 10 58 53 17 y al 01 33 10 58 53 18 con la doctora Silvia Lucano."

 

in http://www.notisistema.com/noticias/?page_id=51050

 

 

 


 

Universidade de  Guadalajara - Departamento de Biologia Molecular e Genómica

            

http://www.cucs.udg.mx/biologiamolecular/index.html

 

 

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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Medicamento para a Cirrrose Hepática

 

 

 

"Experimentam com sucesso um medicamento contra a cirrose (em 2006)

 

 
"A partir da medicina genómica, cientistas da Universidade de Guadalajara experimentam em seres humanos um medicamento contra a cirrose hepática. Até o momento 90% dos pacientes mostrou melhoria.

Trata-se da última fase dos estudos clínicos para sua aprovação e comercialização com a participação de 150 pacientes com cirroses em fase avançada. A Agência de Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) avalizou o uso da molécula para este protocolo que é o primeiro no mundo.

Juan Armendáriz Borunda, diretor do Instituto de Biologia Molecular da Universidade de Guadalajara, explicou ao Jornal La Crônica de Hoy: "quando uma pessoa sofre cirrose hepática, o fígado apresenta uma cicatriz em suas células causando fibroses, algo assim como uma ferida que ao cicatrizar deixa morrer essa parte do órgão impedindo um funcionamento normal".

"Notamos que o medicamento diminui a inflamação, a necrose e o acúmulo de gordura que se dá no fígado de doentes cirróticos a partir de mecanismos celulares que melhoram a função do órgão, favorecendo a regeneração hepática através "de inibir alguns genes prejudiciais e da estimulação de genes benéficos para o metabolismo hepático", explicou o científico mexicano. Além disso, a medicina genómica está sendo aplicada neste estudo: "antes de analisar o paciente, e retirada uma amostra de sangue (ADN) e por meio desta, determina-se a resposta do indivíduo ao tratamento".

"A segunda etapa do estudo clínico envolveu durante dois anos a 40 pacientes, dos quais, mais de 60% tinha hepatite C com cirrose avançada, os outros tinham cirrose por alcoolismo; 80% deles mostraram melhoria quanto à regeneração celular do fígado prejudicado". Para que a FDA autorize o medicamento, "estamos administrando a pacientes cirróticos que têm o vírus da hepatite C, 1.200 miligramas diários em três dosagens de 400 miligramas".

Usando a ultrassonografia e realizada uma biopsia do fígado a qual e enviada ao patologista. Também são realizados exames de sangue cada dois meses, explicou o pesquisador. Kitocel é o nome com o qual o medicamento foi registrado ante o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual e a equipe do Dr. Juan Armendáriz Borunda espera obter o registro ante a Secretaria de Saúde em dois anos. A companhia Cell therapy and Technology, foi criada expressamente para o desenvolvimento deste fármaco pelo pesquisador mexicano.

Revistas médicas internacionais como Hepatology, e Journal of the Patology, deram seguimento pontual aos avanços desta pesquisa médica. Um dos mais destacados gastroenterólogos da América Latina, o Dr. David Kersenovich, do Hospital de Nutrição da Secretaria de Saúde diz que a equipe do Dr. Juan Armendáriz Borunda é um grupo de cientistas que tem idéias originais e muito boas. Porém, solicita ter cautela pois e necessário esperar a conclusão da pesquisa."

 

in http://www.soshepatites.org.pt/sos/index.php?option=com_content&task=view&id=34&Itemid=9

 

Esta notícia  foi publicada em  27/03/2006

em  http://www.hepato.com/p_cirroses/cirroses_20060327.htm

 

Dr. Juan Armendáriz-Borunda
Email: armendbo@cucs.udg.mx
in  http://www.springerlink.com/content/j324661128h4vp55/

 


 

 

Proteína ajuda fígado a se regenerar

"Factor que controla o desenvolvimento de neurônios é essencial também à reprodução de células hepáticas

Uma proteína conhecida por controlar o crescimento e diferenciação dos neurônios parece também ter um papel importante na regeneração do fígado. O estudo realizado na Universidade da Califórnia (EUA) sugere que a proteína, conhecida como p75NTR, pode ser um alvo promissor para tratamentos contra doenças como cirrose e hepatite. A proteína é expressa no sistema nervoso durante seu desenvolvimento ou quando este sofre danos. Além disso, é produzida em grandes quantidades nos fígados de humanos com cirrose e modelos animais da doença.

A equipe coordenada por Melissa Passino criou uma linhagem de camundongos transgênicos que não produzem a p75NTR e observou que essas cobaias produziam números menores de células chamadas hepatócitos em seus fígados. Elas são as responsáveis pelo incrível potencial de regeneração do órgão, já que têm uma grande capacidade de se multiplicar e formar novos tecidos. Esse processo envolve ainda as células estreladas hepáticas (ou células de Ito), que produzem uma matriz extracelular sobre a qual os hepatócitos proliferam. De acordo com os autores, a p75NTR parece ativar as células de Ito, induzindo-as a formar a matriz necessária à reprodução dos hepatócitos. O trabalho mostra que é importante manter os níveis da p75NTR e a atividade das células de Ito quando a regeneração de células do fígado for necessária, como no caso de transplantes.

in http://www.crfpa.org.br/Noticias/Abril%202007/02004not737.htm

 


 

Em 10/11/2003
 

 

Médicos da Universidade de Guadalajara revelaram que, pela primeira vez no mundo, foram revertidos casos de cirrose hepática em 40 pacientes.Tratados com o medicamento Pirfenidone, sete morreram e o resto melhorou bastante sua qualidade de vida. A cirrose hepática é uma doença crônica que degenera o tecido do fígado. Ela foi estudada durante um ano por um grupo de 30 especialistas do Instituto de Biologia Molecular em Medicina e Tratamento Genético, cujo diretor é Juan Armendáriz Borunda.

Jornal de Brasília Online

in http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/7931

 

 


 

 

 

Publicado em 19/01/2006 pelo Jornal El INFORMADOR - México (Texto original - Não se trata de uma publicação cientifica)


O responsável pelo Instituto de biologia molecular e medicina genómica da Universidade de Guadalajara (UdeG), Juan Armendáriz Boruna informou que realizaram trabalhos de protocolo clinico com o Pirfenidone, um medicamento antiinflamatório e antifibrotico no tratamento de doentes com cirrose induzida pelo vírus da hepatite C, sendo observado que 85 % dos pacientes experimentaram uma notável melhoria.

Informou que este tipo de protocolos está orientado a melhorar a qualidade de vida e o funcionamento hepático de pacientes com cirrose.

Em um futuro estudo serão incluídos 150 adultos maiores de 18 anos diagnosticados com fibroses hepática avançada ou cirrose, quem será tratados com uma dose diária do Pirfenidone durante dois anos. Na atualidade são 36 pessoas participando do protocolo

Os resultados de um estudo anterior demonstraram que dos pacientes tratados que tinham cirrose hepática por hepatite C e por álcool, mais de 85 % experimentaram uma recuperação notável, e que sua qualidade de vida melhorou".

A substância reduz a inflamação que se origina no fígado e também diminui os níveis de fibroses e o conteúdo de gordura neste órgão, além de que estimula a regeneração celular. A Universidade de Guadalajara continuamente realiza convênios com instituições não governamentais para dar solução a diversos problemas de saúde pública, como é este caso de cirrose hepática.

 

 in http://www.hepato.com/p_pesquisas/pirfenidone_20070129.html

 

 


 

New Clues for Liver Cirrhosis Treatment

 

 

""Dec. 27, 2007 -- Working with mice, researchers have found a molecule that prevents -- and even reverses -- formation of scar tissue in damaged livers.

The finding promises new treatments for cirrhosis and other scarring diseases of the liver, and perhaps for other scarring-related conditions such as pulmonary fibrosis, scleroderma, and burns.

Livers damaged by disease, toxins, or injury tend to develop excessive scar tissue -- a condition called liver fibrosis. This process lies at the heart of cirrhosis, in which bands of scar tissue overgrow the liver. There's currently no sure way to prevent or reverse this process once it's begun.

But excessive scarring happens only when a protein called RSK is activated in liver cells, find Martina Buck, PhD, and colleagues at the University of San Diego and the San Diego VA Healthcare System.

Mice genetically engineered to produce an RSK-blocking peptide did not develop liver fibrosis when poisoned with a liver toxin. And when the peptide was injected into normal mice, it protected them against the liver toxin.

"All control mice had severe liver fibrosis, while all mice that received the RSK inhibitory peptide had minimal or no liver fibrosis," Buck says in a news release.

Scar tissue is made up of a natural material called collagen. Liver cells called hepatic stellate cells (HSCs) don't make much collagen unless activated by the stress of injury or disease. Once activated, however, these cells make way too much collagen. The result: scar tissue.

The RSK inhibitory peptide causes these activated HSCs to self-destruct, while normal liver cells continue to heal the liver.

"Remarkably, the death of HSCs may also allow recovery from injury and reversal of liver fibrosis," Buck says.

Human HSCs work much the same way as mouse HSCs, so the findings should apply to human disease, the researchers suggest.

Buck and colleagues are hopeful that the RSK inhibitory peptide will be the model for a future human drug.

"We speculate that these findings may facilitate the development of small molecules potentially useful in the prevention and treatment of liver fibrosis," Buck and colleagues conclude. "Blocking the progression of liver fibrosis would decrease development of primary liver cancer in these patients since the majority of [liver cancers] arise in cirrhotic livers.""

 

in http://www.webmd.com/hepatitis/news/20071227/new-clues-for-liver-cirrhosis-treatment

 

 

 

publicado por CH às 22:02
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